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Dez anos na Bolsa de Nova York

29 jun 2016

Daniel Novegil comandou a cerimônia de encerramento das operações da Bolsa de Nova York no dia 17 de junho, em comemoração aos dez anos da Ternium no pregão, um dia depois da reunião com investidores no Museu Guggenheim.

Dez anos depois de tocar o sino pela primeira vez na Bolsa de Nova York, a Ternium voltou para celebrar uma década de conquistas, projeção regional e promoção do desenvolvimento industrial da América. Abrir e encerrar a jornada na Bolsa com o toque do sino (“closing bell”) é uma tradição reservada às empresas que têm cotação de forma sustentada no mercado de valores. Daniel Novegil novamente fez parte desta importante cerimônia do mercado financeiro, desta vez para encerrar o pregão, acompanhado por Sebastián Martí, diretor de Relações com Investidores; Máximo Vedoya, Área Manager do México; Pablo Brizzio, CFO; e Mario Galli, diretor de Comunicação.

Ao longo da década que se passou após a bem-sucedida IPO da Ternium, no dia 1º de fevereiro de 2006, a empresa cresceu por meio de aquisições e enfrentou desafios únicos que consolidaram a sua capacidade de liderança. Os números falam por si: em dez anos, a empresa realizou envios de 74 milhões de toneladas, registrou vendas líquidas de US$ 69 bilhões e lucro líquido de US$ 4,5 bilhões; contabilizou US$ 1,3 bilhão de Ebitda e pagou US$ 1 bilhão aos acionistas.

Momentos marcantes

Além disso, houve diversos momentos marcantes, como a nacionalização da Sidor na Venezuela, em 2008; a compra da Ferrasa na Colômbia em 2010; e a inauguração do Centro Industrial Ternium em Pesquería, no México, em 2013.

Os números de hoje também são eloquentes: 16 plantas industriais na região, 38 centros de serviço e distribuição; 9,6 milhões de toneladas de envios anuais, US$ 7,9 bilhões de vendas líquidas em 2015 e um investimento de US$ 300 milhões em uma segunda linha de aço galvanizado em Tenigal, México, mostram uma liderança indiscutível.